NAS CIDADES DE ANTIGAMENTE ERA ASSIM.
AS CASAS GEMINADAS POR ECONOMIA E SEGURANÇA.
MELHOR QUE OS "APERTAMENTOS" DE HOJE?
PARIS E O MUNDO
| BUSTO DE LA RAVARDIÈRE, FUNDADOR DE S. LUIS MA |
Que a capital da França é uma cidade de
grande beleza ninguém pode negar, com sua arquitetura, seus palácios, museus,
catedrais, e tudo o mais, a demonstrar tudo o que foi, e ainda é, o centro do nosso
mundo ocidental. Antes de Napoleão, nos reinados dos Luíses, o maior deles Luís
XIV, conhecido como Rei Sol. Amada pelo poeta português Fernando Pessoa que amorosamente
decantou Paris, a servir-lhe de inspiração para a criação do seu
personagem/heterônimo Jean Seul dos seus poemas em francês. Todavia, seu
conterrâneo e contemporâneo, o poeta e político Guerra Junqueira, no poema “Raça”
presente no livro “Pátria”, de 1896, trata a célebre cidade francesa da seguinte forma: “Paris é uma velha meretriz devassa,/ magra coquete que estrebucha e dança /sobre o cadáver da latina raça...”
Os
dois expoentes da poesia portuguesa em polos distintos quanto à chamada Cidade
Luz. Ressalte-se que não haveria conotação racista no realismo de G.J, sendo o
poema uma crítica visceral à resignação e decadência do povo português, e serviu
como panfleto republicano contra os dois partidos monarquistas à época. Já F.P.
é um poeta cuja poesia reflete seu espiritualismo. Sempre Paris, e quando C.G.
Jung esteve naquela capital, no início do século XX, fala que viu uma cidade
dividida em duas: uma era a bela arte, a outra a miséria, e o quanto lhe foi desconcertante
saber que alguém pudesse achar Paris divertida, enquanto ele refletia sobre
Buda e havia lido Schopenhauer.
E o
que hoje diriam de Paris os poetas portugueses e também o psicanalista suíço? A
cidade foi sede da última Olimpíada, quando então o mundo todo, e ao mesmo
tempo, através da TV, admirou a beleza que é Paris. Mas, por ocasião do evento,
alguém teve a triste ideia de exibir numa de sua principais passarelas a herética
representação da Santa Ceia. Os três eminentes personagens diriam que ela
continua bela, mas também parece que tem a vocação para a esbórnia, no que
Junqueira teria razão de criticá-la, assim como Jung. A miséria que hoje não é
material, como apontou Jung, uma vez que a pobreza está menos “abismal”, mas
mais abismal ainda é a pobreza moral. Paris continua a mesma. Assim como o mundo,
ou as nações continuam iguais ao que sempre foram, inconsequente, hoje a debater-se
em indecorosas guerras.
A TIARA DE BRAGANÇA
Originária
do Brasil Império, a Tiara de Bragança tem
a custódia da rainha Sofia da Suécia, que costuma usá-la nas recepções oficiais,
o que aconteceu no dia 30 de abril no Palácio Imperial, em comemoração aos 80
anos do rei Carl Gustav. Constituída de mais de mil brilhantes, era
anteriormente um colar que foi presente de casamento de dom Pedro I para sua
esposa, Dona Leopoldina. Com o falecimento da Imperatriz do Brasil, a joia foi herdada
por suas filhas. O Imperador posteriormente comprou o colar para transformá-la numa
tiara, a Tiara de Bragança, nome da dinastia reinante no Brasil, que foi confeccionada em Paris, com a qual presenteou
sua nova esposa, a princesa Amélia de Leuchtenberg.
Considerada
propriedade particular, a Tiara de Bragança foi levada por Dona Amélia para
Portugal, como bem pessoal, após o marido voltar para seu país de origem, e
assumir o trono como Pedro IV, o qual teve de disputar com seu tio D Manuel I. Os diamantes da Tiara garimpados na antiga Província de Minas Gerais, "chamados diamantes do Brasil", de alta pureza. E porque a Tiara
Bragança, nome da casa imperial do Brasil, está na Suécia? Dona Amélia deixou
a peça em testamento para sua irmã Josephine, que a herdou em 1873, sendo casada com Oscar II da Suécia. Depositada na fundação Oscar
II, a Tiara de Bragança está hoje sob custódia
da rainha Sofia, que tem ascendência brasileira por parte da mãe Alice Soares
de Toledo.
Nota: As tardes de domingo da blogueira são passados em converas e debates com filhos e netos, com a especial contribuição da IA, Neste domingo próximo passado o assunto foi a Tiara de Bragança.
Lord - help us to say yes
Murilo Moreira Veras
Yes, to say yes to The Lord
— To be it or not to be it – There it is the magnanimous question
Our Blessed Virgin Lady Mary, help us
To say Yes to The Lord.
Us of the flash we dire for it
To say Yes to The Lord.
There is the conscience leading us to the necessity
To Love.
The heart clings us to be loving
By God,
Hencewhile, in struggle, grudge on the creatures
For money, self-satisfaction
And passions.
I am I and my circumstances
- Says so the agnostic one.
I say unto you — I am I and the
Circumstances of God.
When there we are loving, we suffer, when
There we are suffering – we love.
Artificial intelligence — not This Idlle Inteligence of robots
But, instead, of the Moral ones so to be it? Yes?
Lady Virgin Mary, Our Blessed Mother, straighten our intelligence
To The Light
The Reason’s Light by which there to be is The Love.
Be loving and then do as you please
- Nonetheless by unto the Creator’s caring.
I am not a shadow. I am a being
Designedly structured, and likewise as much, so that To Be.
Who henceforth designs the field’s flowers?
Who henceforth do to fly the sky’s birds of them all, in so to be?
The heart
There to be the Love’s compass
And so henceforth —
There to be The Christie Love relieving on us
From the uttermost Pain’s intimate suffering
PS - English Version of the Portuguese Poem: ´´Senhor - ajude-nos a dizer sim``, by Gustav Veras BsB, 14.03.2026
PARABENS!
Cabeça coroada só para alguns poucos privilegiados, pouquíssimos, um número mínimo de reis, rainhas e princesas, o que restou dos antigos reinos em todo o mundo, além do Japão. E mesmo que o trono pese financeiramente ao Estado vale mantê-lo, o caso dos existentes na Europa, por razões de honra nacional e por dever social de seguir padrões ideais da sociedade. O reino da Suécia comemorou, no dia 30 de abril, os 80 anos do rei Carl Gustav com uma recepção no Palácio Imperial de Estocolmo. O rei ao lado da sua eleita, a rainha Silvia, que tem raiz brasileira, e na ocasião portava a tiara Bragança, do Imperio do Brasil, ornada com mais de mil diamantes. Tudo dentro do protocolo, como acontece nos reinos, em que também reina a riqueza e o bom gosto. Em destaque as tiaras exibidas na recepção pelas convidadas, jovens, e mais velhas, nobres por nascimento, ou matrimônio com o dono do título, que as fez ter o direito, e mesmo dever, de portar uma tiara cravejada de tão significativas pedras preciosas.
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| RAINHA EMÉRITA DA ESPANHA E REI CARL GUSTAV |
NOVO MODO DE VIVER?
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| AI QUE SAUDADE QUE EU TENHO!... |
Não é de hoje o convívio das famílias com cães e gatos dentro das casas, além das galinhas no quintal para o abate, quando
as casas eram maiores, e grande o número
dos habitantes: filhos, parentes e agregados. Os filhos, mesmo casados, continuavam morando
com os pais, onde os netos nasciam, e também cresciam, nesse teto, que abrigava
todos, numa união fraterna. E quase toda família tinha aquela tia solteira, por
força das circunstâncias, com algum animal de estimação, alegria da criançada.
Um novo modo de vida atual estar só em sua casa, apenas com a companhia de um pet, que lhe dê a ilusão
de ter alguém para cuidar, com menor responsabilidade, emocional
e financeira. Mesmo que os pets não substituam os filhos, assim como esses adoráveis
bichinhos não substituem a companhia de outra pessoa, seja filho, ou marido, ou esposa. Os psicólogos
a afirmarem ser por conta do risco da decepção, que as pessoas hoje desistem de
casar, ou então o casal de ter filhos. Os animais mais fáceis de lidar, sendo previsíveis,
fieis, e tudo o mais. Nos EUA já tem cidades com mais pets que crianças.
O amor, inerente ao ser humano, supera tudo, o pai e a
mãe com a tendência de amarem seus filhos, assim como os filhos amam seus pais, um amor
incondicional. Também a tendência humana é ter o amor e a atenção de alguém
para constituir uma família tradicional, mas à beira da extinção. “Antes
só do que mal acompanhado”, diz o dito popular. Sós não por força das
circunstâncias, e, sim, por capricho pessoal, e por haver atualamnte essa opção. Ter uma pessoa que seja boa companhia, alguém que lhe acrescente, senão buscam um pet. E viva os pets! Em especial, viva às crianças do nosso Brasil, e de todo o mundo!