PARABÉNS BRASIL!
NETA LARISSA, OLHA QUE MRAVILHA DE PAÍS O NOSSO!
E PODE GANHAR A "COPA DO MUNDO DA FIFA 2026"!
TALENTO
O Brasil vence o Japão e vai para as oitavas de final da Copa do Mundo nos EUA, em que nosso pais corre em campo para ser hexacampeão. Mesmo sem Pelé, Tostão, Socrates, os dois Ronaldos, e outros talentos individuais do passado. Vencer e vencer é o que se propõem as 32 Nações presentes ao evento da FIFA. Mas apenas uma saírá vitoriosa, enquanto as demais devem se dar por satisfeitas de participarem da competição. E bola para frente, que o futebol não vai acabar, nem o mundo, embora as previsões sejam negativas para o futuro do planeta, o que vem do longas datas. E cá estamos mesmo que o mundo tenha piorado em alguns aspectos.
O futebol é o esporte ideal para a competição
democrática, a paz que se propõe entre os povos. Entretenimento garantido, além de dar um bom
retorno financriro para atletas e clubes. Bom ter a bola no pé em vez da arma na mão, pois na guerras, nem o vencedor ganha com isso, e acontece ainda hoje mundo afora. De início, a
competição criada por Jules Rimet era um esporte amador, mas como tempo os
jogadores tornaram-se profissionais, devido afluência em massa aos jogos. Contando
sempre com um talento individual, que pode decidir sobre as vitórias do seu time.
E como é bom saber que no futebol um jovem talentoso é devidamente cuidado, e não barrado. E que tenham os jovens de outras profissões o talento individual também reconhecido e possa driblar os adversários, e conseguir ganhar o jogo na santa paz.
Sobre o esporte que é paixão, não apenas nacional, mas mundial, o jogador só precisa mostrar competência, seu talento prestigiado. Os jovens não correm o perigo de alguém vir por trás e o derrubar, sem que haja punição. Ser jovem talentoso responsável para o ofício, e não perder o entusiasmo ao lhe barrarem a oportunidade de acesso ao estudo, também à espacialização, com a alegação que é jovem demais, um erro. No futebol, Pelé ganhou seu
primeiro mundial aos 18 anos, o que também aconteceu com outros grandes
craques. A indignidade do ser humano, da má política professada, que costuma desconhecer os talentos, mas que devem ser devidamente cuidados, e não barrados em sua justa ambição, na sua vocação.
Paulo Coelhos fala que o
universo conspira a nosso favor, basta acreditar, não desanimar da luta por
aquilo que a pessoa quer, e tem talento. A nossa vontade
e fé deve ser maior que a vontade daqueles que tramam contra, que pretendem nos
tirar aquilo que almejamos alcançar. Nosso estudo, nosso trabalho, as nossas
conquistas devem se libertar da inveja que surge do nada em qualquer lugar que se esteja.
Às vezes exige a paciência, não se deixar abater, nem influenciar pelo mal.
Dizer sempre eu quero, eu acredito, eu posso fazer. E esperar que as coisas
aconteçam a nosso favor, e à revelia daqueles que tramam contra nós.
SILÊNCIO NADA INOCENTE
Na década de 50, em visita a uma prima em outra cidade lembro-me de suas palavras: “É normal as brigas em família, pior é o silêncio, as pessoas se ignorarem, não se darem atenção, sem compromisso uns com os outros, ou algo de maior gravidade.” O medo, por exemplo, de causar algum incômodo, ser inconveniente, quando o que se quer mesmo é a paz, em vez da guerra, que acontece quando não há diàlogo, diplomacia, para sanar, ou contornar uma situação conflituosa, isso em qualquer relação. Não cruzar os braços e deixar que as coisas se resolvam por si mesmo, ou com o tempo. Indispensável é o respeito, e não temor de desagradar, e por conta disso silenciar, o nada inocente silêncio.
As
pessoas devem ter a liberdade de expor suas ideias, e até mesmo suas
discordâncias. Certo que das frustrações a vida não poupa ninguém. Ajuda todos
precisam, e mais ainda nas horas de aflição, que requer é o amor, a necessária atenção, que
deve vir na hora certa, e, em alguns casos, que haja compaixão. Sem fazer o
outro de coitadinho, e lembro minha
tia-avó que diza par sua madrinha que se
voltava para ela toda compadecida: “ Coitada da Amélia.” Revidava: “Não me
chema de coitadinha.” Atender na hora certa um filho, ou alguém que precise de
ajuda, é de suma importância, e jamais pensar que cada um sabe o que fazer da
sua vida, que é capaz o suficiente para agir sozinho em perigo, mesmo adulto.
Isso com a desculpa da não interferência, que parece mais descaso, até
mesmo irresponsabilidade.