quinta-feira, 14 de maio de 2026

 


 

 

 

                                          FORMAR REPRESA

 




           Não, não era o momento de deixar-se levar pela tristeza, cair no choro, ocasião não lhe faltava. Mas, mais forte que tudo, era a vontade de seguir em frente, viver sua nova vida, com a criação da própria família. Ter cosnciência da responsabilidade que assumia e o destino do casal e filhos, o que ia depender principalmente dela, ainda na crença que o cérebro era o marido e à mulher cabia ser o coração do lar. Mesmo com dificuldade acomodar-se à nova vida, e a partir desse início, cumprir a nobre missão. Quanto às lágrimas só mais tarde é que ela poderia dar vasão. Águas reprimidas, com as quais formar represa para produzir energia, e que haja luz, muita luz.

           Qui amati cognoscit (“Quem ama conhece”). O amor como auxiliar desse amadurecer e envelhecer humano, junto com o mundo. A inteligência presente no universo, assim como em cada pessoa, e tudo e todos diante da onisciente inteligência da divindade, ou de Deus. Aqui colocados, pois, para fazer da vida o que quiser, ou for capaz. Sim, podemos tudo o que formos chamados a fazer. Nós, como seres criadores e,  acima de tudo, defensores da vida. E a vida em plenitude a vingar por conta do vigor físico e espiritual, e não da fraqueza. E na velhice olhar com orgulho para o que fez, e não se arrepender do que não fez. E há o maior arrependimento quanto ao amor, que não se dá, muito por conta da existência do obscuro, contrário  ao lado do claro da vida.


quarta-feira, 13 de maio de 2026

 

OS CATÓLICOS NA  MISSA DESTE FESTIVO DIA.

 HÁ 13 DE MAIO DE 1917  NA COVA DA IRIA

 APARIÇÃO DA VIRGEM MARIA AOS PASTORINHOS



 

FÁTIMA ONTEM!

PROCISSÃO DAS VELAS



terça-feira, 12 de maio de 2026

 

CUIDADO COM A SAÚDE EM PRIMEIRO LUGAR!



 


 

 

                                  O ELEFANTINHO

 




           A psicóloga e escritora Aniela Jaffé é analista e autora de diversos textos de C.G. Jung, e em um dos seus livros conta as conversas que teve com o psiquiatra suíço, onde há a história do ”elefantinho” do circo Knie, que foi curado pelo padre franciscano Hubertus. O jovem animal já havia recebido atendimento veterinário, mas continuava abatido, deixando-se consumir pela morte. Foi solicitada então a presença do padre, com fama de curandeiro, que ao chegar, simplesmente, tocou sua cabeça, afagou suas costas, como a sondar o ânimo do infeliz animal. A seguir declarando: “Sim, ele parece que não quer mais viver”. A seguir olhou longamente nos olhos do pequeno animal, após o que confirmou o veredito: “Nada feito”. Todavia, permaneceu o padre ao lado do elefantinho por mais de uma hora, até que pode declarar com segurança: “Agora sim, ele aceita a cura.” O animal estava sendo maltratado pelo domador do circo, e, diante do sofrimento que lhe era imposto,  resignou-se a morrer. Foi a atenção positiva do franciscano que fez o elefantinho recuperar sua confiança natural para viver.

            A resposta daquele elefantinho a uma situação de sofrimento mostra a  inteligência e sensibilidade, mesmo limitada, que existe no irracional, recohecida a especial inteligência desse animal. Penso no ser humano, especificamente, as crianças. Oos pais de hoje, estressados, sem ter tempo para dar atenção aos filhos, que compram os aparelhos eletrônicos oferecidos pelo mercado, e acabam por substituí-los. As crianças tendo lazer e informação, nem sempre adequadas a suas cabeças ainda em formação. Uma crueldade para com esses seres inocentes, que ficam presos a um mundo superficial, e em vez de receberem educação adequada, são  como que “adestrados”. Sem a liberdade e o afeto necessários para se tornarem  livres e afetivas, tornam-se jovens tristes, abatidos, até mesmo depressivos, com necessidade de atendimento médico, e também a especial ajuda da igreja. A ajuda  espiritual necessária para a elevação da alma, e recupera o ânimo.


sábado, 9 de maio de 2026

 

AVE DIA DAS MÃES

                                        Murilo Moreira Veras

 

Mãe — o que é uma Mãe?


é a que dá vida

a todo ser humano.

Nós todos somos filhos deste ser

que é a mãe.

Que felicidade é termos todos

uma Mãe,

o carinho lúdico de uma mãe.

Mãe do Céu, Mãe da Terra,

todas as mães.

Não há deleite maior do que o deleite

de uma mãe,

Mãe ternura, mãe doçura.

Ela nos protege, quando sofremos

— o socorro vem da mãe,

Quando amamos

— o deleite vem da mãe,

nossa casa é sempre a casa

de nossa mãe.

Sem ela o coração fica vazio,

falto de emoção.

Sempre querida nossa mãe,

essa pessoa sempre inaudita,

cuja falta nos torna vazio

de carinho,

de beleza,

de certeza.

A fortaleza dessa criatura que é a Mãe.

Mãe ternura.

Mãe ventura.

Nossa Mãe.

Ave Cesar? — não! Ave Mãe!

— Ave o dia de todas as Mães.

 

 

Bsb 10.05.26