OLHA TUA CAMISA AÍ, GUSTAV VERAS!
O DESEJO DAS COISAS
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| MINHA VELHA SÃO LUÍS- MA |
“As coisas estão ali em silêncio ao
meu dispor, como não amá-las!” diz Mario Quintana em sua poesia. Uma relação que
vai além de as coisas serem úteis, mas por
guardarem um significado importante para cada um, e também contam uma história da
família. E junto com a pessoa e sua família as coisas estão abrigadas na casa, lugar
de vital importância para o homem. Amar as coisas, assim como a família e a
casa, o que é diferente de cobiçá-las, quando apenas queremos possuir algo
posto diante do nosso olhar.
As coisas que não amamos são logo
descartadas, como aquele objeto, que fala apenas da minha cobiça, que extrapola
a razão de ser. Hoje, a relação com as coisas, não são mais de simples apego, até
amor, mas, sim, de dependência
consumista. O consumo insuflado pela propaganda das coisas postas diante dos
olhos, a despertarem o desejo, que estão sempre em pronto de bala. Coisas que
nunca suspeitas da existirem, desperta um grande desejo de possuir, expostas como
estão pela propaganda para o cobiçoso consumidor. A cobiça incluída entre os
sete pecados capitais, hoje não mais considerada uma falta grave.
“Não cobiçar as coisas alheias”. Palavras
do sexto mandamento, ou seja, não cobiçar o que é alheio à pessoa, o que não
faz parte do seu ser, no sentido mais amplo do termo. Chegou-se à dependência
em relação às coisas, tenham ou não utilidade, ou algum valor, que não seja
monetário. Pode, inclusive, atentar contra a dignidade da pessoa. Daí a
importância de defender a casa, que abriga a família e as coisas, que é como defender
a própria pele, o maior órgão do corpo, que abriga os demais órgãos das agressões
exteriores. E como a casa, também, a pele, que não tem culpa de nada, esteja, livre da pichações (tatuagens).
SORTE
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| LINDA SÃO LUÍS- MA - INÍCIO DO SÉCULO XX |
Há o fator sorte, quando tudo acontece para dar certo na vida, independente das circunstância? E mesmo que haja aqui e ali contratempos, ou coisas que possam atrapalhar o livre caminhar, o certo é manter-se firme. Os acertos nos definam, e não nos deixarmos abater pelos males que possam surgir, e eles surgem do nada, sendo necessário discernimento para contornar a situação.
Por pior que seja
as procelas, não abandonar o leme. Ter consciência de si, e com a cabeça
erguida singrar os mares da vida, atualmente na fantástica expansão do conhecimento. O que fazer senão acompanhar os aconteciementos, e salvar-se pela boa consciência. Seja a trajetória atual de cada um conscientizar-se do que é bom e do que não serve para nós.
Diz o poeta que “a vida é combate”, no que ele está certo. Batalhar por seu lugar ao sol, e o que se quer mesmo é ser feliz. E para acontecer essa sonhada felicidade, caprichar na parte que nos toca, ou seja, aproveitar as boas oportunidades, a começar pela família, que acompanhe positivamente nossa vida, e tudo o que efetivamente preencha nossa existência. Grandes são as chances de fazer o melhor da sua vida, tratando de evitar cair na cilada da busca compensatória, seja o que for. Sempre há coisas boas para fazer, felizes oportunidades de reealizações, intuições valorosas, a tudo estar atento.
Há grande chance da mente preparada responder satisfatoriamente as perguntas da vida, à altura do ser consciente que somos. E a vontade de ser, de afirmar-se esteja em conformidade com o entendimento do que somos de verdade, do que vale, ou não, para nós, como pessoas humanas. A alma como o problema da maior gravidade, companheira do corpo e de suas cruciais exigências. Por fim vencer, com fé na vida, fé em si mesmo, e , em especial, com fé em Deus.
BOA SORTE!