quarta-feira, 22 de abril de 2026

 

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Homenagem a Brasília nos  seus 61 anos

        

                    BRASÍLIA — capital da esperança




 

Sem imaginar que o Rio de Janeiro ia perder o status de     capital federal, ela queria, aos 18 anos, simplesmente, ser feliz, com a pretensão de trabalhar para deixar de depender financeiramente da família. Plano não concretizado, preferiu completar o ensino médio. E em apenas dois anos entrava para a faculdade na cidade natal. Mas, já que havia um pretendente a sua espera desde o início da juventude, com ele se casou animada por esse ideal de vida. E quando o casal, já com três filhos, em plena mocidade, foi ao Rio, para ela fazer uma cirurgia, o marido, funcionário do BB, foi requisitado para ingressar no recém-fundado BC. Logo estariam de mudança para Brasília.

Em 1970 a cidade dava seus primeiros passos, com uma paisagem surpreendente, com um céu em cores deslumbrantes ao fim do dia. A família instalada numa das suas superquadras, sentia o prazer de começar uma nova vida rodeada de verde, mesmo que fosse precário o sistema de transporte, ainda sem os shopping, que  começavam a fazer sucesso na antiga capital, compensando a sensação de abandono. Já a capital federal florescia, mesmo que houvesse a desconfiança  que não daria certo essa transferência, e os funcionários a se deslocarem todo fim de semana para o litoral,  saudosos principalmente das praias cariocas.

Melhor ser otimista com o futuro. As mudanças desde sempre necessárias. Hoje sem ter mais motivo, nem fôlego para mudar, o casal vai vivendo sua vida nessa cidade que Dom Bosco previu que ia correr mel. Doce Brasília, que também tem suas amarguras, afinal somos humanos, e estamos aqui de passagem, acreditando no futuro, saber aproveitar as boas oportunidades, e  não desperdiçar o tempo, que passa rápido. 


 




terça-feira, 21 de abril de 2026

 


 

 

                                                       
                                      nossas  CRECHEs


 

As mães trabalhadoras desde sempre tiveram urgência em conseguir um local para colocar suas crianças, o que no passado era uma necessidade restrita às mães operárias, enquanto as mulheres da classe média ficavam em casa cuidando dos filhos, costume que há muito tempo perdeu o sentido. No livro “Contra o Estado”, há os debates de G.K. Chesterston com dois eminentes pensadores do século XX, ganhadores do Nobel, Bertrand Russell e Bernardo Shaw.  Dois debates de cunho político, social e cultural, onde podemos entender melhor sobre  os valores defendidos por lados opostos, fato que persiste até hoje, entre direita  esquerda. No Brasil, as famílias cristãs mais do que nunca aflitas para terem um lugar seguro, e que não se percam em ideologias, coisa recente, e não menos perigosa, que o comunismo ateu, que se findou, mas deixou rastro.

Início do século, o mundo acabara de sofrer um duro golpe em sua estrutura política e social após a primeira guerra mundial, e com a implantação do comunismo ateu na Rússia, com suas ideias, tidas como salvadoras da sociedade. O Ocidente, eminentemente cristão, com seus valores morais e universais. O esquerdista Russell segue na direção oposta de Chesterston, que não vê a salvação das crianças nas Creches, como as comunistas, criadas para mantê-las sob as rédeas do poder totalitário.  Daí a rejeição de Chesterston à ideia das  creches para as crianças, uma vez que estariam atreladas ao regime totalitário e ateu, com a família relegada ao segundo, ou último plano.

Nos  moldes soviéticos as crianças eram colocadas nas creche para serem educadas pelo Estado. No debate, Chesterston faz duras investidas contra a  creche, defendida por Russell, já que a ideia comunista era tirar as crianças do lar e de suas mães, que seriam incapazes de cuidar dos seus filhos, o que também defende Russell, um pensador da primeira leva de esquerdistas. Mundo que, não resta dúvida, tinha ainda muito a conquistar, e também a  muita coisa a jogar no lixo da história. Saber que a família é responsável, sim, por cultivar os valores necessários ao seu desenvolvimento pessoal, e permaneça a sociedade cristã ocidental. Pelo menos, para essa parte da humanidade, feliz por ter Deus.

Benditas as nossas creches que hoje pululam pelo nosso país, auxiliares das mães que trabalham fora, todas elas, pobres, ou não. As mulheres de classe média não apenas dedicadas a cuidar da casa e dos filhos. Elas saíram para trabalhar, foram em busca da independência financeira, como os homens, sendo bem sucedidas nessa nova empreitada. E as creches, com profissionais competentes, a maioria custeada pelo Estado democrático, sem que o mesmo ouse tirar o direito das mães educarem seus filhos. Fundamental em todos os tempos, a honra. “Honrar pai e mãe”, é o quarto Mandamento. A família como esteio da sociedade, em que os pais se sentem honrados por cuidar dos seus filhos. E filhos respeitam e honram seus pais

 


sábado, 18 de abril de 2026

 

OSCAR SCHMIDT - RESPONSÁVEL POR LINDAS VITÓRIAS DO BRASIL!  
O BASQUETE BRASILEIRO NUNCA MAIS FOI O MESMO SEM ELE.!