terça-feira, 28 de abril de 2026

 


 

 

                                          OMBRO AMIGO

 


 

Na vida de cada pessoa o que não falta é mágoa, e feliz quem pode contar com amigos, ou aquele ombro amigo. Hoje cada vez mais difícil de acontecer, embora  sobrem as intenções falsas de ajuda, até mesmo interesses exclusos por trás. Amizade verdadeira é rara, mas existe, e a origem desse sentimento, que não se corrompeu, é de alto valor e reside no seguinte: o homem sozinho pode fazer muito menos do que pode realizar  acompanhado. Nunca desistir da amizade, sempre ter alguém para ocupar essa especial posição. E se perdermos um amigo,  mais que nós, ele que perdeu.

Ao abrir os olhos para a vida imediatamente surge a consciência de alguém, a mãe a amamentar seu filho no seio. E sem essa pessoa o homem fica ao desamparo. Ao longo da vida conquistar amigos, alguns para sempre. Ter alguém de confiança perto é uma honra. E honrados somos nós por sermos um bom amigo para outras pessoas. Unidos para compartilhar benefícios na comunidade humana, por fazermos o que é esperado, ou mesmo que nos é exigido, de acordo com nossa condição, do lugar que ocupamos.

Ao longo do tempo temos opinião favorável dos outros, o mesmo que recebemos em contrapartida.  Sendo a lealdade a maior honra a conquistar, principalmente sermos leais conosco mesmo, o que nos fortalece a coragem para enfrentar a vida. Saber que a gente, ou se renova com o apoio  necessário para seguir em frente, evoluir, e assim ultrapassar os males da vida. É mister, inclusive, desmascarar os difamadores. Erguer uma muralha contra os infortúnios, contra possíveis inimigos, que pode ser, inclusive, a própria pessoa. A vida não é fácil, e o quanto é bom contar com a Igreja Católica, com esse  especial ombro amigo, e seu papa Leão XIV. 

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domingo, 26 de abril de 2026

 




 


 

 

                                MARIA  AMÉLIA

 

 

ÍAMOS NA PADARIA COMO HOJE SE VAI NA CONFEITARIA

 

Famosas as cafeterias de Brasília,  uma delas tem o nome Maria Amélia, certamente uma referencia à proprietária, ou alguém que merecia a honra de estar em destaque nessa casa comercial. Remete-me a tempos atrás, quando convivi com uma pessoa, batizada com este nome. Dessas mulheres extraordinárias de antigamente, que mesmo não sendo profissionais de destaque, eram, além de mães dedicadas,   trabalhadoras. Ganhavam dinheiro com alguma atividade dentro do lar, ou simplesmente eram herdeiras, como tia Maria Amélia, especialmente honrada por ser mulher, e feliz  por estar viva.  A vida nem tão monótona como se pensa, por desconhecerem o que acontecia naqueles dias, quando ninguém tinha a pretensão de aparecer. As mulheres faziam e aconteciam, de verdade, suas vidas preenchidas com as amizades,  visitas, viagens e etc. Faltavam-lhes talvez um público, como acontece nas atuais redes sociais, que elas iam reclamar da exposição, mas adorariam expor suas habilidade para ganhar diheiro, nesse circo virtual, que é a internet.  

 “Cria fama e deita-te na cama”, era o que se dizia, e nem havia esses veículos de comunicação atuais. Mas em vez de simplesmente exibir imagens pessoais, e postar mensagens para aparecer, por nada, mas que vale tudo. O valor que tinha e tem a fama, e mais ainda o valor da honra, a ser preservada, sem medo, lógico, para que faça valer as boas e necessárias iniciativas. Cuidar bem de si, e dou aqui testemunho da minha tia-avó Maria Amélia na paz dos seus dias, vividos em São Luís, solteira, após dar fim a um noivado por traição do noivo. E nem podia chorar suas mágoas para o público longe muito longe da virtualidade atual. Bastava um ombro amigo. Melinha formava um trio com suas irmãs, uma delas minha avó Carmen, conhecidas como as Dias, assim como havia as Balgas, as Gandras, e etc. Não fatava a Carmen Dias as encomendas de doces, era famosa doceira, a divulgação  feita boca a boca.  

E, enquanto eu, como jovem, tinha uma espécie de crédito de honra, as minhas  velhas tias e a avó já haviam provado serem capazes de manter a boa fama e a honra ao  longo de suas vidas. Certo que só a própria pessoa sabe de si, e é responsável por seu destino, em que posso ter peso  particula a opinião dos outros.


sábado, 25 de abril de 2026

 


 

 

                                             
                                                        A HONRA E A FAMA

 

 


              Propaganda não é ordem, desejo não é destino”, frase que diz do costume de tratar como exigência social a compra de tudo que é posto no mercado. Um consumo exagerado, que se deve ao estímulo provocado pelos mais variados meios de comunicação atuais. E em vez de atingir um bom nível crítico, e de controle dos impulsos, a pessoa é tomada pelo desejo de ter esse ou aquele produto, até fora de suas posses, com a ilusão de  felicidade. 

A verdade ignorada, enquanto dissemina-se a cultura enganosa dos excessos, que inclui o poder, o sucesso, a fama. Pobre de nós, indefesos, frente aos apelos vindos de fora. Honra há em mim e em você, inata condição, própria da natureza humana e sua moral. Preservar a honra, em vez de consumi-la no prazer que se oferece em troca da fama. Confrontar as ideias, em vez de seguir às cegas por caminhos tortuosos.


quinta-feira, 23 de abril de 2026

  O PAPA LEÃO XIV DE RETORNO AO VATICANO

  APÓS O SUCESSO DA SUA PRIMEIRA VIAGEM À AFRICA