quarta-feira, 15 de abril de 2026

 


 

 

 

                                                             REFLEXÕES

 

         

ANTIGA ILHA DE SÃO LUÍS - MA - PRESERVADA 

                                

 

 

1 — Diferente do passado, hoje o nosso mundo tecnológico enche as cabeças de ofertas, pouco favoráveis ao propósito de uma existência, como deveria ser. A beleza do nossa Terra, confirmada nas imagens tiradas da ARTEMIS II.  O quanto somos privilegiados por habitar esse planeta, com a responsabilidade de preservar essa natureza terrena, que nos mantém vivos, por breve que seja  o tempo de nossa vida, frente ao infinito. E o que acontece? Gastamos esse tempo precioso com o celular na mão, querendo saber das últimas novidades divulgadas nos veículos de comunicação para consumo imediato. Além do tempo conectados através da internet, mais prejudicados, que beneficiados com  a informação, certo que pouca coisa vale a pena.

2-— A comunicação virtual tem  sua virtude, mas as redes sociais sofre com a falta de vínculo real, por não ter compromisso com a verdade. Falta responsabilidade social, convívio efetivo, e em vez de laços, nós, onde reina a desconfiança. A força dos laços está na confiança entre as pessoas, nos vínculos, que mesmo com a distância física podem ser preservados. A troca da boa informação, resultando em lembranças para recordar, passagens para nunca esquecer. E caia no esquecimento o que nada acrescenta. Certo que a tecnologia veio para ficar, e tudo hoje passa por ela, avanços que criam meios  necessários ao bom funcionamento da sociedade moderna como um todo. Resta ter cuidado!

3 — No passado as mulheres eram cobradas por sua condição, tinham como principal manterem-se na linha, não mudarem nunca, o que transmitia aos filhos. Bastava seguir o que era traçado para serem sempre os mesmos. O saber limitado, o que resultava em pouco, ou nenhum sucesso fora do anteriormente traçado. As mulheres consideradas, no máximo, santas, quando não, loucas.

 


domingo, 12 de abril de 2026

 

SEMANA DA PÁSCOA

                                                     

                                          



LORD — HELP US TO SAY YES

 

Murilo Moreira Veras

 

To say Yes to the Lord —

this is the greatest question.

 

Holy Mary,

Mother of Light,

teach us to say Yes.

 

There is an ancient thirst within us:

the need to love.

It is our conscience calling,

it is the heart crying

for the Love of God —

 

while the world loses itself

in the glitter of gold,

in the restless pursuit

of pleasure and desire.

 

“I am I and my circumstance,”

said José Ortega y Gasset.

But I tell you:

I am I —

and God is my circumstance.

 

To love is also to suffer,

and in suffering, to learn love.

 

There is intelligence in abundance,

but little moral wisdom.

O Mother, guide our minds to the Light,

to the highest reason —

Love itself.

 

“Love — and do as you wish,”

taught Saint Augustine —

but under the watchful care of the Creator.

 

I am not a shadow:

I am a being,

woven of meaning.

 

Who clothes the lilies of the field?

Who guides the flight of the birds in the sky?

 

Let the heart be our compass,

and Love our direction.

 

May the Love of Christ ease us

from the deepest pain —

the silent ache within the soul.

 

Brasília, March 14, 2026

Poem written with the left hand



domingo, 5 de abril de 2026

 

Linda canção para páscoa. "Jerusalém, onde a morte se fez luz."


 

O Cerrado é mais que troncos retorcidos
É um jardim de coloridas delicadezas
O berço das águas que alimentam os rios
Onde uma beleza estonteante se mostra apenas àqueles que trilham seus caminhos

                                                                                                Foto e texto por Larissa Veras  Barrozo