LEÃO XIV É O CARA!
NOVO MODO DE VIVER?
![]() |
| AI QUE SAUDADE QUE EU TENHO!... |
Não é de hoje o convívio das famílias com cães e gatos dentro das casas, além das galinhas no quintal para o abate, quando
as casas eram maiores, e grande o número
dos habitantes: filhos, parentes e agregados. Os filhos, mesmo casados, continuavam morando
com os pais, onde os netos nasciam, e também cresciam, nesse teto, que abrigava
todos, numa união fraterna. E quase toda família tinha aquela tia solteira, por
força das circunstâncias, com algum animal de estimação, alegria da criançada.
Um novo modo de vida atual estar só em sua casa, apenas com a companhia de um pet, que lhe dê a ilusão
de ter alguém para cuidar, com menor responsabilidade, emocional
e financeira. Mesmo que os pets não substituam os filhos, assim como esses adoráveis
bichinhos não substituem a companhia de outra pessoa, seja filho, ou marido, ou esposa. Os psicólogos
a afirmarem ser por conta do risco da decepção, que as pessoas hoje desistem de
casar, ou então o casal de ter filhos. Os animais mais fáceis de lidar, sendo previsíveis,
fieis, e tudo o mais. Nos EUA já tem cidades com mais pets que crianças.
O amor, inerente ao ser humano, supera tudo, o pai e a
mãe com a tendência de amarem seus filhos, assim como os filhos amam seus pais, um amor
incondicional. Também a tendência humana é ter o amor e a atenção de alguém
para constituir uma família tradicional, mas à beira da extinção. “Antes
só do que mal acompanhado”, diz o dito popular. Sós não por força das
circunstâncias, e, sim, por capricho pessoal, e por haver atualamnte essa opção. Ter uma pessoa que seja boa companhia, alguém que lhe acrescente, senão buscam um pet. E viva os pets! Em especial, viva às crianças do nosso Brasil, e de todo o mundo!
OMBRO AMIGO
Na vida de cada um o que não falta é mágoa, e pode se considerar feliz todo aquele que conta com amigos, ou aquele ombro amigo. Amizade verdadeira existe, e a origem desse sentimento, que não se corrompeu, é de alto valor. Certo que a pessoa sozinha pode fazer menos do que poderia realizar
acompanhada. Nunca insista, e muito menos desistir da amizade, alguém para ocupar essa especial posição. E se perdemos a amizade alguém, lastimar quem nos perdeu, e não ao contrário.
Ao
abrir os olhos para a vida imediatamente surge a consciência de alguém, a mãe a
amamentar seu filho no seio. E sem essa pessoa o homem fica ao desamparo. Ao
longo da vida conquistar amigos, alguns para sempre. Ter alguém de confiança perto
é uma honra. E honrados somos nós por sermos um bom amigo para outras pessoas. Unidos
para compartilhar benefícios na comunidade humana, por fazermos o que é esperado,
ou mesmo que nos é exigido, de acordo com nossa condição, do lugar que ocupamos.
Ao
longo do tempo temos opinião favorável dos outros, o mesmo que recebemos em
contrapartida. Sendo a lealdade a maior
honra a conquistar, principalmente sermos leais conosco mesmo, o que nos fortalece
a coragem para enfrentar a vida. Saber que a gente, ou se renova com o apoio necessário para seguir em frente, evoluir, e
assim ultrapassar os males da vida. É mister, inclusive, desmascarar os difamadores.
Erguer uma muralha contra os infortúnios, contra possíveis inimigos, que pode
ser, inclusive, a própria pessoa. A vida não é fácil, e o quanto é bom contar com a Igreja Católica, com esse especial ombro amigo, e seu papa Leão XIV.
MARIA
AMÉLIA
![]() |
| ÍAMOS NA PADARIA COMO HOJE SE VAI NA CONFEITARIA |
Famosas as cafeterias de Brasília, uma delas tem o nome Maria Amélia, certamente uma referencia à proprietária, ou alguém que merecia a honra de estar em destaque nessa casa comercial. Remete-me a tempos atrás, quando convivi com uma pessoa, batizada com este nome. Dessas mulheres extraordinárias de antigamente, que mesmo não sendo profissionais de destaque, eram, além de mães dedicadas, trabalhadoras. Ganhavam dinheiro com alguma atividade dentro do lar, ou simplesmente eram herdeiras, como tia Maria Amélia, especialmente honrada por ser mulher, e feliz por estar viva. A vida nem tão monótona como se pensa, por desconhecerem o que acontecia naqueles dias, quando ninguém tinha a pretensão de aparecer. As mulheres faziam e aconteciam, de verdade, suas vidas preenchidas com as amizades, visitas, viagens e etc. Faltavam-lhes talvez um público, como acontece nas atuais redes sociais, que elas iam reclamar da exposição, mas adorariam expor suas habilidade para ganhar diheiro, nesse circo virtual, que é a internet.
“Cria fama e deita-te na cama”, era o que se dizia, e nem havia esses veículos de comunicação atuais. Mas em vez de simplesmente exibir imagens pessoais, e postar mensagens para aparecer, por nada, mas que vale tudo. O valor que tinha e tem a fama, e mais ainda o valor da honra, a ser preservada, sem medo, lógico, para que faça valer as boas e necessárias iniciativas. Cuidar bem de si, e dou aqui testemunho da minha tia-avó Maria Amélia na paz dos seus dias, vividos em São Luís, solteira, após dar fim a um noivado por traição do noivo. E nem podia chorar suas mágoas para o público longe muito longe da virtualidade atual. Bastava um ombro amigo. Melinha formava um trio com suas irmãs, uma delas minha avó Carmen, conhecidas como as Dias, assim como havia as Balgas, as Gandras, e etc. Não fatava a Carmen Dias as encomendas de doces, era famosa doceira, a divulgação feita boca a boca.
E, enquanto eu, como jovem, tinha uma espécie de crédito de honra, as minhas velhas tias e a avó já haviam provado serem capazes de manter a boa fama e a honra ao longo de suas vidas. Certo que só a própria pessoa sabe de si, e é responsável por seu destino, em que posso ter peso particula a opinião dos outros.