MARÇO
– MÊS DA MULHER
texto revisto
PELA DIGNIDADE HUMANA
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| SÃO LUÍS - ANTIGA CIDADE |
“Desde
que o homem é homem...”, que perquiramos sobre questões cruciais da vida,
existentes à revelia do entendimento, e da real vontade do ser humano. Lá
atrás, ainda na selva, quando começou a luta, menos pela existência e mais pela
sobrevivência do homem, que de lá saiu para ser feliz com sua racionalidade. E a
pergunta que se faz é o motivo pelo qual ele não chegou aonde queria, ou seja,
ser feliz, perdeu-se pelo caminho. Em
vez de viver em paz e ser feliz de verdade, sobreviveu e sobrevive ainda em um
mundo, que nunca deixou de ser selva. Uma selva moderna essa nossa, e a tarefa a realizar tem em vista a possibilidade do ser humano adquirir consciência do seu papel nessa vida, nesse extraordinârio planeta Terra.
Por uma parca moralidade, e grande
vontade de destruição do ser humano não para as guerras. Mas qual a moral de
uma guerra? Destruição em vez de convivência pacífica. Certo que não há
vencedores numa guerra, nem a longo-prazo, nem para sempre, mas até a próxima
guerra, os exemplos estão aí. A vida como uma eterna selva, de onde o homem nunca
saiu de todo. Acontece ainda na modernidade, como se não houvesse uma
verdadeira evolução humana. O homem a enveredar por essa selva, criada por ele,
talvez mais perigosa que a natural, e o deixa carente, ou infeliz, como nunca o
foi. Mas a orgulhar-se de ser um guerreiro. E se o bem deve guerrear contra o
mal, quando for necessário, como diz São Tomas de Aquino, é preferível que o bem supere o mal em inteligência e estratégia. E
para Kant o homem vence por uma moral, ou seja, através da moralidade de suas
ações. O caráter incondicional da moral, que é sempre ato livre, age como sujeito moral por convicção.
Certo que as ações, boas ou más,
é que fazem o homem feliz, ou infeliz, conforme
ele procede bem, ou mal. O mundo do poder masculino em constantes guerras.
Enquanto as mulheres e as crianças são as maiores vítimas das insanidades humanas,
o que acontece desde tempos imemoriais. Elas sempre driblando as ações
perversas cometidas ao longo do tempo, em que o peso do poder maligno foge à
razão. O genocídio, por exemplo, quando milhões de judeus foram mortos, e eram
pessoas comuns, que estavam no auge de suas vidas de progresso e felicidade,
levadas para morrer nas câmaras de gás nazistas. Aconteceu pelo preconceito
contra um povo que na realidade moldou o espirito humano, sua cultura com
raízes firmes na espiritualidade e sua moral. Israel sendo criada nas terras da
antiga Palestina, para desagravo desse povo em seu sofrimento.
O problema maior é a tirania, e na
atualidade o regime oriental dos fanáticos aiatolás acabou por incitar os
palestinos a invadiram Israel, que não deixa de ser um povo palestino. Escolhido
aquele dia em que jovens promoviam uma festa à moda ocidental, em terreno
próximo à faixa de Gaza. As liberais mulheres israelitas condenadas pelo regime iraniano que as reprime no seu país. Além
do clima de dissidência geopolítica, o que resultou numa guerra cruel. Certo
que a felicidade tem tudo a ver com a ética, que está condicionada à liberdade
e equilíbrio das ações, o que beneficia a humanidade, em especial, a mulher, que
deve estar inserida em um contexto ético de paz e prosperidade. O Ocidente, dito cristão, mas longe disso, com os escândalos recentes de violência contra a mulher, o caso Epstein, envolvendo gente da nata política e empresarial. Quando a tradição grega
e sua filosofia, daqual somos herdeiros, e mais ainda herdeiros da tradição cristã, que honra a virtude, a sabedoria e a paz em Cristo. A mulher valorizada é livre para viver em paz e ser feliz, sendo dignificada
pela Igreja católica na figura de Maria, a Mãe divina.

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