quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

 


                                                          DOS CONFLITOS


MINHA PRAÇA PREFERIDA


 

           Estava escrito em algum lugar: ”A terra não estará em paz enquanto Jerusalém não estiver”. Após a leitura, seguiu-se o comentário, que uma paz não pode existir sem o perdão. E sabe-se que só pode ser perdoado quem reconhecer sua culpa. Os eternos conflitos humanos, sendo a mais grave culpa contra o povo judeu. As contendas que começam entre as famílias e mesmo em seu seio. E não param as dissidências entre as nações. 

           Sabe-se que enquanto a vida estiver em perigo, não haverá paz. Tudo começa quando desrespeitamos  a natureza que nos cerca e nos mantém vivos, e o quanto hoje ela corre perigo. Gerir o que temos de bom e de belo, nossa riqueza natural e, em especial, nossa riqueza cultural. Mas parece que a sina do homem é gerir conflitos, mestre que é em criar meios de se desentenderem, em vez de aceitarem quem são, entrarem em acordos entre si e com o seu meio.  

           O risco de ignorar os direitos que não sejam os seus próprios, ou acatar as qualidades, mas não aceitar os defeitos que os outros possam ter sob o nossa visão. Quando devemos considerar, em princípio, as mudanças que a vida provoca em nós, com as quais nos alegramos, e também nos podem decepcionar, como as rugas, que o tempo nos trás com o tempo, se continuarmos vivos. Já as rusgas, são por nossa conta, e vamos continuar padecendo desse mal, se não mudamos nossa maneira de ver as coisas.  Mudar ou morrer antes


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