TER NOÇÃO DO BÁSICO.
EVITA SE PERDER.
AMOR E DOR
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| FRIDA KAHLO |
“No final, não precisamos fazer nada para sermos amados.” Palavras de quem conhecia bem o amor, como também o seu oposto, o caso de Frida Kahlo. Todos os caprichos que tivesse podiam, e eram, satisfeitos, mais ainda, por seu pai. Jovem obstinada em gozar a vida. Mas, por ironia do destino, teve de ficar por um longo tempo presa ao leito, em recuperação de um grave acidente, tempo que aproveitou para pintar. Fruto de um especial talento, seu maior prazer agora era sua pintura, sua criação artística. Haveria, todavia, de padecer com a indiferença do marido, Diego Rivera, famoso pintot muralista, a quem amava, e, principalmente, admirava. Lutou para merecer a atenção daquele homem, numa intrigante dependência afetiva. Conquanto ser livre era a regra de vida da artista, em especial, para amar e ser amada. E a rejeição do marido a fez sofrer mais que a dor física, que a deixou manca.