sábado, 25 de abril de 2026

 


 

 

                                             
                                                        A HONRA E A FAMA

 

 


              Propaganda não é ordem, desejo não é destino”, frase que diz do costume de tratar como exigência social a compra de tudo que é posto no mercado. Um consumo exagerado, que se deve ao estímulo provocado pelos mais variados meios de comunicação atuais. E em vez de atingir um bom nível crítico, e de controle dos impulsos, a pessoa é tomada pelo desejo de ter esse ou aquele produto, até fora de suas posses, com a ilusão de  felicidade. 

A verdade ignorada, enquanto dissemina-se a cultura enganosa dos excessos, que inclui o poder, o sucesso, a fama. Pobre de nós, indefesos, frente aos apelos vindos de fora. Honra há em mim e em você, inata condição, própria da natureza humana e sua moral. Preservar a honra, em vez de consumi-la no prazer que se oferece em troca da fama. Confrontar as ideias, em vez de seguir às cegas por caminhos tortuosos.


quinta-feira, 23 de abril de 2026

  O PAPA LEÃO XIV DE RETORNO AO VATICANO

  APÓS O SUCESSO DA SUA PRIMEIRA VIAGEM À AFRICA



 


 

 

     

 

                                                   RESPEITÁVEL PÚBLICO! ...


 


 

 

Uma trupe de artistas circenses é recebida com alegria na cidade, e logo é dado início à montagem da lona do circo, debaixo da qual vão ser mostradas as mais variadas habilidades, e o que não falta é talento e imaginação. A apresentação começa com a costumeira saudação do palhaço: “Respeitável publico...” É aplaudido por adultos e crianças ali presentes, que não param de rir com suas palhaçadas. Até que surge o apresentador, elegantemente vestido, para  anunciar as demais atrações, entre as quais a guardada apresentação do trapezista e seus perigosos saltos no alto do picadeiro. Entre o riso e o susto vibra a plateia no circo, onde o entretimento é garantido. Catarse para os  sentimentos básicos da alegria e do espanto através de uma arte, como todo arte da representação.  Hoje raramente se vê nas cidades uma lona erguida, sinal da presença do circo. E nas férias a criançada está diante da TV para assistir o BBB. É de chorar de raiva.

 


ANOS 50

quarta-feira, 22 de abril de 2026

 

DEIXOU UM SUBSTITUTO À ALTURA DELE!



 

FAZ FALTA!



 


 

Homenagem a Brasília nos  seus 61 anos

        

                    BRASÍLIA — capital da esperança




 

Sem imaginar que o Rio de Janeiro ia perder o status de     capital federal, ela queria, aos 18 anos, simplesmente, ser feliz, com a pretensão de trabalhar para deixar de depender financeiramente da família. Plano não concretizado, preferiu completar o ensino médio. E em apenas dois anos entrava para a faculdade na cidade natal. Mas, já que havia um pretendente a sua espera desde o início da juventude, com ele se casou animada por esse ideal de vida. E quando o casal, já com três filhos, em plena mocidade, foi ao Rio, para ela fazer uma cirurgia, o marido, funcionário do BB, foi requisitado para ingressar no recém-fundado BC. Logo estariam de mudança para Brasília.

Em 1970 a cidade dava seus primeiros passos, com uma paisagem surpreendente, com um céu em cores deslumbrantes ao fim do dia. A família instalada numa das suas superquadras, sentia o prazer de começar uma nova vida rodeada de verde, mesmo que fosse precário o sistema de transporte, ainda sem os shopping, que  começavam a fazer sucesso na antiga capital, compensando a sensação de abandono. Já a capital federal florescia, mesmo que houvesse a desconfiança  que não daria certo essa transferência, e os funcionários a se deslocarem todo fim de semana para o litoral,  saudosos principalmente das praias cariocas.

Melhor ser otimista com o futuro. As mudanças desde sempre necessárias. Hoje sem ter mais motivo, nem fôlego para mudar, o casal vai vivendo sua vida nessa cidade que Dom Bosco previu que ia correr mel. Doce Brasília, que também tem suas amarguras, afinal somos humanos, e estamos aqui de passagem, acreditando no futuro, saber aproveitar as boas oportunidades, e  não desperdiçar o tempo, que passa rápido.