NOVO E VELHO MUNDO, MUNDO, MUNDO!
quarta-feira, 28 de outubro de 2026
terça-feira, 27 de outubro de 2026
ELEIÇÃO NO BRASIL
Dois mineiros foram peças chaves
na campanha para a presidência do Brasil neste ano de 2026: Nikolas Ferrera e André Janones. O primeiro atuou
brilhantemente na campanha de Flávio Bolsonaro; o segundo, a favor da reeleição do presidente Lula da Silva. Nicolas, um fenômeno nas redes, acatado pelos bolsonaristas, enquanto os petistas não tnham o mesmo entusiasmo com Janone. Flávio ganhou no primeiro turno, e vinha na frente das pesquisas para vencer no segundo turno, mas, com a vitória de Lula, a
surpresa foi geral. Resta dizer com Elon Musck: “Pretty weird”. O caso é respeitar o resultado dos votos
dados aos dois candidatos, com pequena diferença. E que o vencedor aproveite para fazer um bom gverno, melhor que o do seu primeiro mandato. O povo brasileiro é confiante, e merecedor. E "Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade."
FIRMEZA E DOÇURA
Ganhar dinheiro para se sustentar faz parte da vida adulta, e é certo que cada um tenha uma profissão. Cora Coralina era professora até se casar e sair de Goiás Velho, mas preferiu destacar sua profissão de doceira, que veio depois, já na velhice. Deu destaque a seus doces, e teria motivo para isso, inclusive, poético, afinal, doçura, ou amor, é o que mais a vida precisa, o que a poeta quis dizer. Professora, doceira, e também poeta, ou principalment poeta como se achava, esa mulher de especiais talentos, que ficou famosa com sua poesia.
Pergunto-me se realmente os doces de Cora Coralina seriam melhores que seus poemas. E gostaria de ter indo ao interior de Goiás, aqui perto de Brasília, experimentar seus doces para comparar. Mas principalmente reflito sobre essa professora, que os alunos perderam, o cabedal de suas aulas, que ela certamente transmitia com firmeza e doçura. O prestígio que tinha a profissão de professora no passado, atualmente desvalorizada, e as professoras sendo desrespeitados, até mesmo espancada e mortas por alunos e seus pais. O que diria essa professora diante de tão grande afronta?
Vale lmbrar que Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, ou Cora Coralina, professava um sincretismo religioso, sendo a religião central em sua vida, mas não em sua poesia. Já Adélia Prado tem sua vida e sua poesia marcada pelo catolicismo. Ambas famosas escritoras, e visinhas, uma goiana a outra mineira.
segunda-feira, 26 de outubro de 2026
A ESTUPIDEZ
| BONS TEMPOS DE SÃO LUÍS - O VERDE EM ABUNDÂNCIA - HOJE PAISAGEM DESERTA |
A
humana consciência induz ao bem, ou seja, a realização do nosso ser racional,
cujos atos elevam o espírito, forma a alma, engrandece homem e mulher. O
colapso da consciência tem como consequência a estupidez e a maldade, que nos
rebaixa à condição de irracionais. Pode ser mais fácil obedecer que pensar, ou
ter lucidez, o que requer esforço mental. Não depender da simples aceitação, nem
se sujeitar à manipulação.
Pensar,
idealizar de for racional e consciente, o que convém, ou não. Já as ideias
prontas, que formam as ideologias, por exemplo, faz a pessoa viver e agir como
cegos e surdos. Os estúpidos são até piores que os malvados, na dependência de
algo que destrói, inclusive, a si mesmo, em uma estratégia
de aceitação, típica da ignorância.
Para ser verdadeiramente aceito por alguém, ou em algum grupo, e
se sentir seguro, em primeiro lugar, livrar-se da ignorância, adquirindo conhecimento com o estudo,
a leitura; capacitar-se no amor a se mesmo e ao próximo na religiosidade, e desse modo formada
sua consciência, para ir em frente na vida. E assim
como não ser “uma Maria vai com as outras”, também não ser uma pessoa chamada “do
contra”, grandes idiotice.
Podemos
até ser condescendente com os outros, sem perder a firmeza, mas ter caráter. Aceitar o que é aceitável,
e contestar o inaceitável. Ao final receber até elogio, aplauso, o que leva a
pessoa a se sentir-se valorizada. O essencial é, todavia, o ato interior de libertação; indispensável é a conscientização do seu papel, na família, na sociedade, no trabalhodo. Agir em obediência, sem dependência, ou servidão, a quem quer que seja, ou ao que for.



