SILÊNCIO
Platão e Aristóteles , os maiores gênios da antiguidade, até hoje a serviço da humanidade, e possa o homem com essa sabedoria enterder melhor sua complexidade. Sobre a frase acima, penso que tem o silêncio da sabedoria, o obsequioso, o egoísta, o controlador, e por aí vai. Dos tantos anos vividos, experimentei vários silêncios; os bons, os que me diziam algo, ou simplesmente nada, e aqueles silêncios de “poucos amigos”. Também eu, às pessoas com quem convivi, devo ter causado algo com meus silêncios. Silêncios que até hoje me fazem refletir, e lembro a maturidade daquele silêncio, em que a pessoa evitava ter os segredos desvendados, como também a falta de empatia para com o outro. Enquanto eu, na minha imaturidade, era um livro aberto, a dar também os primeiros passos na vida adulta, passando as páginas um tanto despreocupa. Mas aquele silêncio, aquele olhar cauculado, iam além do que eu conseguia imaginar... E há o silêncio ameaçador que uma vítima do nazismo lembra ter sofrido; a respiração pesada, o olhar frio do carrasco, tão cotrolado, que parecia prestes a explodir.
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