URGENTE
TRANSCREVO O SEGUINTE TEXTO DE ELISA BITTENCOURT, POSTADO HOJE NO FACEBOOK:
“A sociedade atual transformou o perigo em
produto de consumo rápido. Antigamente o esporte de aventura exigia pessoas bem
avaliadas mental e fisicamente para treinar os jovens. Hoje o risco foi
‘glamourizado’, qualquer pessoa mediante pagamento de uma taxa via Pix
pode comprar dose instantânea de adrenalina. Existe um fenômeno psicológico onde
o indivíduotransfere 100% da
responsabilidadesobre sobre sua própria vida para um estranho, ou uma estrutura
comercial que exite pelo sim fato de ser
pago por ela. Confia-se cegamente em desconhecidos porque eles possuem
págima bonita no INstagram, usam uma camisa personalizada e organizam a fila com
pulseiras coloridas e por aí vai. Essa ‘roupagem corporativa’ desliga meu sinal de
alerta. À vítima, ou participante, é exigida uma postura passiva acreditando que são bons, ou a coisa é certa em seus propósitos, as pessoas infalíveis, como deuses. Um verniz
de profissionalismo escondem a falta de segurança para o que se propõem a fazer. Nas
plataformas e eventos instantâneos o
lucro depende do volume . Quanto mais adeptos, ou saltos, no caso dessa jovem de 21 anos que morreu estupidamente, e é
um aviso brutal da agravidade desse marketing . A vontade do cliente de experimentar o que é
oferecido, e a pressa do atendente em atender o cliente, anteriormente
seduzido, leva ao esquecimento do óbvio. Consuma-se então a tragédia como aconteceu em Limeira (SP).
Texto
de Elisa Bittencourt para o Facebook
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