domingo, 14 de junho de 2026

URGENTE

TRANSCREVO O SEGUINTE TEXTO DE ELISA BITTENCOURT, POSTADO HOJE NO FACEBOOK:

 “A sociedade atual transformou o perigo em produto de consumo rápido. Antigamente o esporte de aventura exigia pessoas bem avaliadas mental e fisicamente para treinar os jovens. Hoje o risco foi ‘glamourizado’, qualquer pessoa mediante pagamento de uma taxa via Pix pode comprar dose instantânea de adrenalina. Existe um fenômeno psicológico onde o indivíduotransfere 100%  da responsabilidadesobre sobre sua própria vida para um estranho, ou uma estrutura comercial que exite pelo sim fato de ser  pago por ela. Confia-se cegamente em desconhecidos porque eles possuem págima bonita no INstagram, usam uma camisa personalizada e organizam a fila com pulseiras coloridas e por aí vai. Essa ‘roupagem corporativa’ desliga meu sinal de alerta.  À vítima, ou  participante, é exigida uma  postura passiva acreditando que são bons, ou a coisa é certa em seus propósitos, as pessoas infalíveis, como deuses. Um verniz de profissionalismo escondem a falta de segurança para o que se propõem a fazer. Nas plataformas  e eventos instantâneos o lucro depende do volume . Quanto mais adeptos, ou saltos, no caso dessa jovem de 21 anos que morreu estupidamente, e é um aviso brutal da  agravidade desse marketing .  A vontade do cliente de experimentar o que é oferecido, e a pressa do atendente em atender o cliente, anteriormente seduzido, leva ao esquecimento do óbvio. Consuma-se então a tragédia como aconteceu em Limeira (SP).

Texto de Elisa Bittencourt para o Facebook

 



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